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O papel da alimentação no âmbito social

A comida e o ato de se alimentar une as pessoas antes mesmo dos primeiros registros sobre assuntos como esse. Refeições em grupo eram vistas como rituais de celebração e gratidão, que criavam um sentimento de pertencimento a um grupo e o fortalecimento dos laços afetivos, sejam estes familiares ou não. Neste texto veremos como o ato de se alimentar dialoga com as relações sociais que temos no dia a dia.

É quase natural se alimentar em companhia, a fim de desfrutar tanto do prazer que esse momento proporciona, quanto da oportunidade de estar presente, construindo memórias e muito afeto. Já percebeu o quanto estranho e indiferente é comer sozinho? Instintivamente, algo não parece certo quando sentamos à mesa com um prato de comida e não temos pessoas ao lado para interagir.


Onde quer que o ser humano vá e se reúna, há comida. Quando as pessoas se encontram, geralmente possuem o intuito de descontração, distração e/ou diversão. Elas comem e bebem, sem ao menos perceber o passar do tempo. Quando não há comida em um encontro, provavelmente seu propósito é de um assunto com mais seriedade, sem tempo para o ato de se alimentar.


Grupos e relações sociais podem ser formados através de tipos específicos de comida. Eventos temáticos sobre comida, como festivais de churrasco ou feiras de alimentos orgânicos, estimulam essas novas pontes sociais que nutrem novas amizades, novas ideias e novas possibilidades.


Inevitavelmente, a comida une e sempre unirá o ser humano, pois antes de ser um mero prazer, é uma necessidades, assim como é também existir e fazer parte de uma sociedade. Lembre-se sempre de dividir refeições não só com quem você tem um apreço, mas também com quem precisa.


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